ValgoLab
Apoio profissional para decisão clínica em análise biomecânica
O ValgoLab é uma proposta acadêmica de sistema de apoio à decisão profissional para análise biomecânica, com foco na identificação de indícios de valgo dinâmico de joelho e na organização desses achados em níveis de risco biomecânico.
O projeto demonstra como a tecnologia pode auxiliar na triagem funcional de atletas, estruturando informações de ficha, fotos e vídeos para gerar relatórios explicáveis — sempre com validação final de um profissional habilitado.
Equipe do projeto
Acadêmicos responsáveis pela pesquisa e desenvolvimento

Ana Laura Vendruscolo Zoletti
20 anos
Estudante de Fisioterapia do 5º período, com interesse na área ortopédica/esportiva.
Anamnese do Atleta
A primeira camada de entendimento antes da análise biomecânica.
A anamnese é a etapa que transforma dados isolados em contexto. Antes de analisar movimentos, fotos ou vídeos, o sistema precisa compreender o histórico do atleta, sua rotina esportiva, possíveis dores, lesões anteriores e limitações funcionais.

Por que existe
Essas informações ajudam a diferenciar situações que visualmente podem parecer semelhantes, mas que possuem significados distintos quando analisadas junto ao histórico individual. A ficha inicial é essencial para apoiar uma classificação mais responsável em grupos de risco biomecânico.
Como foi pensada
As perguntas serão escolhidas com foco direto no contexto do projeto: valgo dinâmico de joelho, controle funcional e fatores associados ao risco biomecânico. O objetivo não é coletar informações em excesso, mas reunir dados relevantes para tornar o relatório final mais explicável.
Validação profissional
A estrutura da anamnese será construída a partir de pesquisas bibliográficas e revisada por profissionais. O sistema não realiza diagnóstico automático — ele organiza informações, identifica indícios e apoia uma decisão que continuará dependendo da análise humana especializada.
Como vai funcionar
Ficha digitalO atleta preencherá uma ficha digital com perguntas organizadas por categorias, disponível tanto em dispositivos móveis quanto em desktops.
Após o preenchimento, essas informações serão combinadas com os dados visuais enviados pelo atleta — fotos e vídeos padronizados. A partir disso, o sistema poderá analisar o contexto completo, identificar indícios funcionais relevantes e gerar um relatório explicável para revisão profissional.
Importante: A ficha não é um diagnóstico. É o ponto de partida para uma análise responsável de indícios de valgo dinâmico de joelho e risco biomecânico, sempre com validação profissional obrigatória ao final.
Atleta preenche a ficha digital
Dados são combinados com fotos e vídeos
Sistema identifica indícios funcionais
Relatório explicável gerado para o profissional
Categorias da ficha
Dados pessoais
Identificar informações básicas do atleta.
Perfil esportivo
Entender modalidade, frequência e intensidade de treino.
Histórico de dor
Verificar presença, localização e frequência de desconfortos.
Lesões anteriores
Levantar eventos que possam influenciar o movimento.
Limitações funcionais
Identificar dificuldades em atividades físicas ou gestos esportivos.
Percepção do atleta
Registrar sensações de instabilidade, insegurança ou perda de controle.
Após o preenchimento da anamnese, o atleta enviará fotos e vídeos padronizados para que o sistema possa iniciar a análise visual dos movimentos e identificar indícios de valgo dinâmico de joelho.
Envio e análise de fotos e vídeos
Captura orientada para uma análise biomecânica mais clara.
A etapa de envio de fotos e vídeos tem como objetivo coletar registros visuais padronizados do atleta, permitindo que o sistema observe posições, movimentos e padrões funcionais relacionados ao alinhamento corporal, com foco principal na identificação de indícios de valgo dinâmico de joelho.
No ValgoLab, essa etapa funciona como uma camada visual de apoio — projetada para organizar evidências biomecânicas que serão combinadas com as informações da anamnese e revisadas por um profissional habilitado.

O papel das fotos
As fotos permitem observar momentos específicos do corpo em posições estáticas. Por meio delas, é possível analisar alinhamento corporal, postura, enquadramento das articulações e pontos de referência biomecânicos — como a relação entre quadril, joelho, tornozelo e pé.
O papel dos vídeos
Os vídeos permitem observar o comportamento do movimento ao longo do tempo. Eles ajudam a identificar como o joelho se desloca durante gestos funcionais, como ocorre o controle neuromuscular, a estabilidade, possíveis compensações e padrões de execução.
Fotos e vídeos são complementares. A foto ajuda a compreender o posicionamento; o vídeo ajuda a compreender a dinâmica do movimento. Usar apenas um dos dois reduziria a visão funcional do atleta e limitaria a interpretação dos sinais de risco biomecânico observados.
Como será feita a captura?
O sistema apresentará instruções padronizadas para orientar o atleta durante o envio dos arquivos. Essas orientações indicarão quais fotos enviar, quais ângulos utilizar, quais movimentos gravar e quais condições mínimas respeitar para melhorar a qualidade da análise.
Orientações previstas
Posicionamento correto do celular
Distância recomendada para captura
Iluminação adequada do ambiente
Enquadramento completo do corpo
Articulações visíveis no quadro
Ângulo frontal, lateral ou específico
Execução controlada do movimento
Ambiente livre de obstáculos visuais
Essa padronização reduz variações entre os registros enviados. Quanto mais claro e organizado for o material visual, maior a capacidade do sistema de identificar pontos corporais relevantes e estruturar uma análise funcional mais consistente.
Como a análise visual funciona?
Visão computacionalRepresentação biomecânica
Pontos articulares identificados, linhas de conexão traçadas e ângulos estimados — com destaque para o alinhamento do joelho.
No sistema final, as imagens e vídeos poderão ser processados por técnicas de visão computacional e inteligência artificial voltadas à estimativa de pose corporal — identificando pontos anatômicos relevantes e representando-os visualmente sobre a imagem.
Pontos observados
A partir da marcação dos pontos, o sistema pode estimar relações angulares e deslocamentos, observando aproximação medial do joelho, alterações no alinhamento entre quadril e tornozelo, assimetrias e compensações envolvendo pelve e tronco — indícios relevantes para a análise de valgo dinâmico de joelho.
Do movimento ao relatório explicável
A análise visual não será interpretada de forma isolada. Os achados observados nas fotos e vídeos serão cruzados com as informações da ficha do atleta — histórico de dor, lesões anteriores, modalidade praticada, frequência de treino e limitações funcionais.
O objetivo não é gerar um diagnóstico automático, mas estruturar um relatório explicável, indicando o que foi observado, por que determinado sinal foi considerado relevante e quais fatores influenciaram a análise.
Base do projeto
Pesquisas e estudos bibliográficos
Protocolos de avaliação funcional
Critérios focados no valgo dinâmico de joelho
Validação por profissionais da área
Da captura à revisão profissional
O atleta recebe instruções padronizadas para captura.
Realiza fotos e vídeos nos ângulos solicitados.
Envia os arquivos ao sistema.
O sistema identifica pontos articulares relevantes.
Linhas são traçadas entre os pontos, formando um esqueleto biomecânico.
O sistema estima ângulos, deslocamentos e padrões de movimento.
Os achados são cruzados com as informações da anamnese.
O sistema organiza os indícios observados em um relatório explicável.
O profissional revisa a análise antes de qualquer orientação ser enviada ao atleta.
A tecnologia organiza os dados, destaca indícios biomecânicos e torna a análise mais explicável. A decisão final, no entanto, continua pertencendo ao profissional responsável.
Da coleta de dados à classificação biomecânica
A análise do ValgoLab foi pensada para cruzar dados da ficha, imagens, vídeos, métricas biomecânicas e critérios científicos, gerando uma classificação explicável de risco biomecânico que apoia a tomada de decisão profissional.
Após o preenchimento da ficha e o envio das fotos e vídeos padronizados, o sistema inicia uma etapa central do processo: a análise integrada dos dados. O objetivo não é avaliar o atleta a partir de uma única informação isolada.
Isso permite uma análise mais consistente, pois combina três dimensões importantes: o contexto do atleta, representado pelo histórico de dor, lesões e limitações; os sinais visuais do movimento, observados em fotos e vídeos; e os parâmetros técnicos de comparação, estruturados a partir de critérios biomecânicos e validação profissional.

Ficha + Fotos + Vídeos
A ficha mostra o contexto individual: histórico de dor, lesões, modalidade e limitações. As fotos mostram o padrão visual estático. Os vídeos mostram o comportamento funcional em movimento. Juntos, formam uma visão integrada do atleta.
Comparação com padrões
Os dados do atleta são comparados com bases estruturadas de referência: padrões biomecânicos, critérios de classificação por grupo, estudos científicos, protocolos funcionais e parâmetros revisados por profissionais.
Indícios e classificação
A combinação entre dados declarados, sinais observados e critérios técnicos gera a classificação em grupo de risco biomecânico — construída de forma explicável, transparente e com validação profissional obrigatória.
Métricas extraídas da análise
Parâmetros calculados
Nota: Os valores acima são ilustrativos. As métricas reais serão calculadas a partir das imagens e vídeos enviados pelo atleta com base em critérios técnicos estruturados para o projeto.
Identificação de indícios biomecânicos
Com as imagens e vídeos processados, o sistema buscará indícios associados ao valgo dinâmico de joelho e outros sinais funcionais relevantes. Esses sinais não representam diagnóstico — eles funcionam como indícios usados para organizar o nível de atenção necessário.
Aproximação medial do joelho durante o movimento
Desalinhamento entre quadril, joelho e tornozelo
Instabilidade em apoio unipodal
Assimetria visível entre os lados
Compensações de tronco ou quadril
Alterações no controle do movimento
Padrões de aterrissagem com maior necessidade de atenção biomecânica
Classificação em grupo de risco biomecânico
A classificação é resultado da combinação entre quantidade de indícios encontrados, intensidade dos sinais, histórico de dor, lesões, limitações funcionais, modalidade esportiva e consistência dos achados entre ficha, fotos e vídeos.
Poucos sinais relevantes e padrão funcional globalmente satisfatório.
Pequenos indícios de alteração funcional, com necessidade de orientação preventiva leve.
Presença mais evidente de sinais funcionais relevantes, exigindo maior atenção preventiva.
Múltiplos indícios importantes, com necessidade de revisão profissional cuidadosa.
Combinação de sinais mais preocupantes ou fatores clínicos relevantes que exigem avaliação mais criteriosa.
Fatores considerados na classificação
Quantidade de indícios encontrados
Intensidade dos sinais observados
Presença de histórico de dor
Histórico de lesões relatadas
Limitações funcionais identificadas
Modalidade esportiva praticada
Exigência física do atleta
Consistência entre ficha, fotos e vídeos
Comparação com padrões de cada grupo
A classificação em grupo de risco biomecânico não surge de forma aleatória ou automática. Ela é construída a partir do cruzamento entre informações declaradas, padrões observados e critérios previamente organizados para cada nível de atenção biomecânica.
A classificação acompanhada da justificativa
A classificação não aparece sozinha. Ela é acompanhada de um relatório explicável, que mostra o raciocínio do sistema para que o profissional possa revisar, ajustar, complementar ou rejeitar qualquer resultado antes da orientação final ao atleta.
O que o relatório apresenta
Dados da ficha que influenciaram a análise
Padrões observados nas imagens enviadas
Métricas extraídas dos vídeos processados
Indícios biomecânicos considerados relevantes
Justificativa para o grupo de risco atribuído
Fatores que aumentaram ou reduziram a atenção biomecânica
Pontos que precisam ser revisados pelo profissional
Explicabilidade: A tecnologia processa, compara, estrutura e explica. A decisão final permanece com o profissional.
Fluxo completo da etapa
Da entrada dos dados à validação profissional — 11 etapas estruturadas.
O atleta preenche a ficha e envia fotos/vídeos.
O sistema extrai informações relevantes da ficha.
O sistema processa imagens e vídeos enviados.
Pontos articulares são identificados automaticamente.
Métricas, ângulos e padrões de movimento são calculados.
Os achados são cruzados com bases, critérios e padrões científicos.
O sistema identifica indícios biomecânicos relevantes.
Os indícios são comparados aos critérios de cada grupo.
O atleta é direcionado ao grupo de risco mais compatível.
O sistema gera um relatório explicando o motivo da classificação.
O profissional revisa a análise antes de qualquer orientação final.
A classificação biomecânica do ValgoLab não substitui a avaliação profissional. Ela organiza dados, evidencia indícios e oferece uma base explicável para que o profissional revise, interprete e tome a decisão final com mais clareza.
Associação com orientações preventivas
Após a classificação em grupo de risco biomecânico, o sistema relaciona o atleta a protocolos preventivos estruturados conforme o nível de atenção identificado.
Após a classificação do atleta em um grupo de risco biomecânico, o sistema relaciona esse grupo a um conjunto de orientações preventivas compatíveis com o nível de atenção identificado. Essas orientações podem incluir exercícios simples, medidas conservadoras, atividades de fortalecimento, estabilidade, controle neuromuscular, mobilidade segura e consciência corporal.
O sistema não cria recomendações de forma aleatória. Ele relaciona o grupo de risco a protocolos previamente organizados, pesquisados e estruturados para cada nível de atenção biomecânica. As sugestões são preventivas e revisáveis, compatíveis com o contexto de cada grupo.

Do grupo ao protocolo
Grupo identificado
O atleta é direcionado a um nível de atenção biomecânica a partir dos achados analisados.
Protocolo correspondente
O sistema localiza o conjunto de orientações previsto para aquele grupo.
Sugestões preventivas
As recomendações são organizadas com foco em prevenção, segurança e fortalecimento.
Plano estruturado
O conteúdo é apresentado em formato claro, com exercícios, medidas e orientações por prioridade.
Protocolos por grupo de risco biomecânico
Cada grupo recebe um conjunto de orientações compatível com seu nível de atenção.
Baixo risco biomecânico observado
Manutenção funcional e prevenção básica.
Educação corporal e consciência de movimento
Mobilidade segura e progressiva
Fortalecimento leve e global
Manutenção da estabilidade articular
Baixo — foco em manutenção preventiva
Atenção preventiva
Reforço preventivo e melhora do controle corporal.
Exercícios leves de estabilidade
Controle de alinhamento funcional
Fortalecimento progressivo e organizado
Consciência corporal aplicada ao movimento
Preventivo — atenção a pequenos sinais funcionais
Risco biomecânico moderado
Fortalecimento direcionado e controle neuromuscular.
Fortalecimento de membros inferiores
Controle funcional do joelho
Estabilidade dinâmica e unilateral
Rotina preventiva mais estruturada
Moderado — maior organização das medidas preventivas
Risco biomecânico elevado
Maior cautela, controle funcional e redução de estímulos inadequados.
Orientações conservadoras e progressão cuidadosa
Exercícios de baixa complexidade
Controle de amplitude e qualidade de movimento
Foco em segurança e progressão gradual
Alto — foco em segurança e controle
Avaliação profissional prioritária
Evitar recomendações práticas inadequadas quando os sinais exigem maior cuidado.
Orientação de cautela e atenção redobrada
Evitar progressões sem avaliação especializada
Priorizar análise profissional antes de qualquer rotina
Nenhum plano automático de exercícios como solução final
Prioritário — sem rotina automática de exercícios
Nem todo grupo recebe uma rotina de exercícios. Em casos mais sensíveis, a recomendação pode ser apenas uma orientação de cautela.
Como as recomendações são organizadas
Cada grupo possui uma lógica própria de recomendação. Grupos de menor atenção podem receber orientações de manutenção e prevenção básica, enquanto grupos de maior atenção exigem cautela, menor complexidade nas sugestões ou priorização de avaliação especializada.
Critérios do grupo
O sistema considera o nível de atenção biomecânica associado ao atleta.
Biblioteca de protocolos
Cada grupo possui orientações previamente estruturadas e organizadas.
Filtro de segurança
As sugestões priorizam medidas conservadoras e evitam atividades agressivas.
Organização por prioridade
O conteúdo é ordenado conforme o foco principal do grupo identificado.
Sugestão preventiva
O sistema monta uma proposta inicial de orientação compatível com o grupo.
Exemplo de organização preventiva
Risco biomecânico moderado
Fortalecimento e controle neuromuscular
Sugestões simuladas
Controle de alinhamento do joelho
Fortalecimento de glúteos
Estabilidade unilateral progressiva
Mobilidade segura e controlada
Consciência corporal aplicada
Nota sobre o exemplo
As sugestões são estruturadas para evitar condutas agressivas ou inadequadas. O objetivo é organizar uma proposta preventiva inicial, compatível com o grupo identificado, sem comunicar diagnóstico ou prescrição definitiva.
Aviso: Exemplo ilustrativo de organização preventiva. Conteúdo final depende dos critérios definidos para cada grupo.
Grupos de menor atenção recebem mais orientações práticas
Grupos de maior atenção recebem recomendações mais conservadoras
Grupo 5 não recebe plano automático de exercícios
Todas as sugestões são preventivas e revisáveis
Os protocolos são pensados a partir de pesquisa, critérios técnicos e organização por nível de risco biomecânico, garantindo que cada grupo tenha recomendações coerentes com seu contexto.
A proposta é apresentar sugestões organizadas, conservadoras e adaptadas ao nível de atenção de cada atleta — sempre respeitando a necessidade de avaliação especializada quando os sinais identificados exigirem maior cuidado.
Protocolos construídos com critério
Antes de serem associados aos grupos, os protocolos são estruturados a partir de pesquisa, critérios técnicos e cuidado com a segurança das recomendações.
Pesquisa bibliográfica
Levantamento de referências relacionadas à prevenção, controle funcional e análise biomecânica.
Critérios técnicos
Organização das recomendações conforme o nível de atenção de cada grupo.
Segurança do atleta
Priorização de medidas conservadoras, simples e adequadas ao contexto preventivo.
Medidas conservadoras
Uso de orientações de baixa agressividade, com foco em prevenção e controle corporal.
Organização por grupo
Cada grupo recebe uma estrutura compatível com sua necessidade de atenção biomecânica.
As orientações preventivas do ValgoLab não substituem a avaliação profissional. Elas organizam sugestões compatíveis com cada grupo de risco, oferecendo uma base preventiva inicial, estruturada e revisável.
A tecnologia analisa. O profissional valida.
Nenhuma orientação chega ao atleta sem revisão e liberação do profissional responsável.
Após o sistema gerar o relatório explicável, classificar o atleta em um grupo de risco biomecânico e sugerir orientações preventivas, o processo não termina automaticamente. Todo o material é encaminhado para um profissional responsável, previamente cadastrado na plataforma, que realizará a revisão técnica completa antes de qualquer envio ao atleta.
O ValgoLab é uma ferramenta de apoio à decisão profissional, não um substituto do profissional. A tecnologia organiza, analisa e estrutura os indícios biomecânicos — mas a palavra final pertence ao profissional responsável pelo atleta.

Fluxo de validação
Sistema gera análise
O sistema processa todos os dados, gera a classificação em grupo de risco biomecânico, as orientações preventivas sugeridas e o relatório explicável completo.
Profissional revisa
O profissional responsável recebe o material completo — ficha, fotos, vídeos, métricas, relatório e sugestões — e realiza a revisão técnica detalhada.
Aprova, ajusta ou rejeita
Com base na revisão, o profissional decide: aprova integralmente, ajusta orientações, complementa, rejeita sugestões ou impede o envio quando necessário.
Atleta recebe orientação final
Somente após validação e liberação profissional o atleta recebe o relatório. O conteúdo final combina análise tecnológica com decisão técnica do profissional.
Revisão técnica completa pelo profissional
O profissional não recebe apenas um resultado pronto — recebe uma análise estruturada e explicável com acesso a todo o material do atleta.
Material disponível para revisão
O profissional tem acesso completo a todas as informações que compõem a análise, podendo revisar o conteúdo de forma independente antes de tomar qualquer decisão.
Ficha inicial completa do atleta
Dados pessoais e esportivos
Histórico de dor, lesões e limitações funcionais
Fotos enviadas e processadas
Vídeos enviados e processados
Padrões biomecânicos observados
Métricas e ângulos extraídos dos vídeos
Relatórios anteriores, quando existirem
Classificação de risco biomecânico sugerida
Justificativas usadas pelo sistema
Orientações preventivas e exercícios sugeridos
Decisões que o profissional pode tomar
Com base na revisão, o profissional possui controle total sobre o que será ou não enviado ao atleta:
Aprovar integralmente o relatório gerado
Ajustar ou complementar orientações preventivas
Adicionar recomendações específicas para o atleta
Rejeitar sugestões inadequadas ao caso
Remover exercícios incompatíveis com a condição do atleta
Solicitar uma conduta diferente da sugerida automaticamente
Impedir o envio ao atleta quando houver necessidade de maior cuidado
Princípio do projeto: A tecnologia processa e estrutura. O profissional interpreta e decide. O atleta recebe somente o que foi revisado, validado e liberado com responsabilidade técnica.
Análise estruturada, não apenas um resultado pronto
O profissional recebe muito mais do que uma classificação final. O sistema entrega uma análise detalhada e explicável, descrevendo o que foi observado, por que determinados indícios foram considerados relevantes e como os dados influenciaram a classificação.
O que foi observado
Padrões biomecânicos identificados nas imagens e vídeos do atleta.
Por que foi considerado
Justificativas dos indícios que influenciaram a classificação no grupo.
Quais fatores pesaram
Dados da ficha, métricas extraídas e consistência entre os materiais.
Quais orientações foram sugeridas
Proposta preventiva inicial compatível com o grupo de risco identificado.
Quando o profissional bloqueia a liberação automática
Cenário em que o material não segue para o atleta sem avaliação presencial.
Situação
Caso o profissional identifique sinais que exijam investigação clínica mais detalhada, avaliação presencial ou maior cautela, ele poderá negar a liberação das orientações preventivas automáticas.
Nesse cenário, o atleta não recebe o relatório de orientações preventivas gerado automaticamente. Em vez disso, é orientado a buscar uma avaliação presencial com um profissional habilitado.
O que acontece neste cenário
O profissional identifica sinais que requerem maior cuidado
A liberação automática das orientações é bloqueada
O atleta é orientado a buscar avaliação presencial
Fisioterapeuta, médico ou especialista é indicado conforme o caso
O sistema pode enviar documento estruturado ao atleta
Comunicação estruturada
O profissional pode enviar a comunicação diretamente ou por meio do sistema, via e-mail ou celular, usando um documento previamente estruturado.
Responsabilidade: O bloqueio da liberação é uma decisão de cuidado. Ele garante que casos que excedem o escopo preventivo do sistema sejam encaminhados com segurança para avaliação especializada.

Orientação final revisada e liberada pelo profissional
O atleta somente recebe o relatório final após revisão, validação e liberação profissional. O conteúdo entregue é o resultado da combinação entre análise tecnológica e decisão técnica do profissional responsável.
Análise tecnológica do sistema
Classificação biomecânica, indícios observados, métricas e justificativas estruturadas.
Decisão técnica do profissional
Revisão, ajuste, complementação e validação final de todo o conteúdo antes do envio.
O atleta recebe apenas a orientação final resultante da análise tecnológica combinada com a decisão técnica do profissional responsável.
Posicionamento do projeto
A tecnologia apoia. O profissional decide.
O ValgoLab identifica indícios biomecânicos, organiza informações e sugere caminhos preventivos — mas a decisão final sempre passa pelo profissional responsável. Nenhum conteúdo é entregue ao atleta sem revisão técnica e liberação consciente.
A validação profissional não é uma etapa opcional do ValgoLab. Ela é a garantia de que a tecnologia serve ao profissional — e não o contrário. O sistema estrutura, organiza e apresenta. A decisão e a responsabilidade são sempre do profissional.
Uma proposta em construção para apoiar decisões profissionais com mais clareza, dados e responsabilidade
O ValgoLab é uma apresentação conceitual de como uma solução futura poderá apoiar a análise biomecânica de atletas, com foco em indícios de valgo dinâmico de joelho e risco biomecânico associado.
Este site não apresenta um sistema finalizado, disponível para uso público ou pronto para aplicação clínica real. Ele funciona como uma apresentação visual e institucional do conceito do projeto, demonstrando o fluxo ideal de funcionamento, os papéis de cada parte envolvida e a lógica de apoio à decisão profissional que guia a proposta.
As telas, imagens, fluxos e interfaces apresentados são representações conceituais, utilizadas para demonstrar a proposta e não para afirmar que o sistema já está em operação.

O que este protótipo representa
Escopo, limites e intenção da apresentação institucional do ValgoLab.
O site apresenta e demonstra
O problema abordado e sua relevância clínica e funcional
O fluxo ideal de funcionamento do sistema proposto
O papel do atleta na coleta de informações
O papel do sistema na organização e análise dos dados
O papel do profissional na revisão e decisão final
A lógica da classificação em grupos de risco biomecânico
A importância da validação profissional em cada etapa
Os limites responsáveis do uso tecnológico na área da saúde
O site não afirma nem implica
Sistema finalizado ou disponível para uso público
Aplicação clínica real ou produto em operação
Diagnóstico automático ou prescrição médica
Substituição da avaliação presencial ou do profissional
Telas funcionais de um sistema real em produção
Posicionamento: O ValgoLab é um protótipo institucional e acadêmico. Tudo o que foi apresentado serve para demonstrar o potencial e a lógica da proposta, não para declarar que o produto já existe em forma funcional completa.
Propósito do projeto
Como o projeto pretende ajudar
Triagem biomecânica mais organizada
O projeto busca oferecer uma forma mais estruturada, acessível e organizada de apoiar a triagem biomecânica de atletas, reunindo dados de ficha, imagens e vídeos em um único fluxo coeso.
Apoio ao profissional e ao atleta
A proposta pode ajudar profissionais a terem acesso a informações mais resumidas e explicáveis para realizar uma avaliação inicial com mais agilidade e critério, beneficiando atletas de diferentes contextos e regiões.
Dentro de um processo seguro
Esse direcionamento não substitui consulta, avaliação presencial ou conduta profissional. Todo resultado gerado passa por validação técnica obrigatória antes de qualquer comunicação ao atleta.
A tecnologia não toma decisões clínicas
Tecnologia como apoio
O sistema poderá organizar dados, identificar padrões funcionais, gerar relatórios explicáveis e sugerir orientações preventivas conservadoras. Mas há limites claros que definem o que a tecnologia pode e não deve fazer neste contexto.
Nenhuma análise deve ser tratada como diagnóstico definitivo
Nenhuma recomendação deve ser liberada automaticamente ao atleta
Nenhuma orientação final deve chegar ao atleta sem validação profissional
O profissional continua sendo a etapa decisiva e insubstituível do processo
O que o sistema poderá fazer
Organizar dados de ficha, fotos e vídeos em um único fluxo coeso
Identificar padrões funcionais e indícios biomecânicos relevantes
Gerar relatórios explicáveis com justificativas claras
Classificar o atleta em grupos de risco biomecânico
Sugerir orientações preventivas compatíveis com o grupo identificado
Estruturar todo o material para revisão profissional obrigatória
Princípio central: O sistema organiza os indícios. O profissional interpreta o contexto. A decisão final permanece humana.
Princípio do ValgoLab
O sistema organiza os indícios.
O profissional interpreta o contexto.
A decisão final permanece humana.
Possíveis evoluções futuras do projeto
Linha futura de pesquisa e validação
Em uma etapa futura, o ValgoLab poderá estudar o uso de joelheiras, sensores ou dispositivos inteligentes para ampliar a coleta de dados biomecânicos, sempre como recurso complementar à avaliação profissional.
Esses dispositivos poderiam oferecer dados complementares sobre movimento, alinhamento, estabilidade e padrões funcionais — ampliando a profundidade da análise profissional sem substituir o julgamento clínico.
Linha de pesquisa: Essa é uma direção futura de estudo e validação, não uma funcionalidade pronta. Qualquer evolução desse tipo exigiria múltiplas camadas de validação técnica, científica e regulatória.
Dados que poderiam ser ampliados
Dados de movimento em tempo real durante atividades físicas
Ângulos articulares calculados continuamente ao longo do movimento
Padrões de alinhamento entre quadril, joelho e tornozelo
Estabilidade e controle durante apoio unipodal
Assimetrias entre os membros ao longo do esforço
Variações biomecânicas sob fadiga muscular
O que qualquer evolução com sensores exigiria
Etapas obrigatórias antes de qualquer uso real de dispositivos complementares.
Criação e refinamento dos modelos de análise
Testes de funcionamento dos sensores
Validação dos dados biomecânicos coletados
Avaliação da precisão e confiabilidade
Ajustes de design e ergonomia do dispositivo
Análise de segurança e contraindicações
Testes com usuários e profissionais
Validação profissional dos dados gerados
Adequação a normas técnicas aplicáveis
Estudos de viabilidade e confiabilidade
Autorizações e permissões necessárias
Validações necessárias antes de uso real
Antes de evoluir de um protótipo institucional para uma solução concreta, seriam necessárias diferentes camadas de validação — técnica, profissional, científica, de usabilidade, ética e regulatória.
Validação técnica
Validação técnica do sistema
Testes de funcionamento dos modelos
Avaliação da precisão dos dados gerados
Revisão dos fluxos de comunicação
Validação profissional e científica
Validação profissional dos critérios utilizados
Revisão científica das informações
Testes controlados com profissionais
Validação dos relatórios e orientações preventivas
Validação com usuários
Testes de usabilidade com atletas e profissionais
Aplicação de métodos como System Usability Scale (SUS)
Refinamento da interface e da experiência de uso
Análise de acessibilidade e clareza das informações
Validação ética e regulatória
Análise de segurança das informações
Validação ética e institucional, quando aplicável
Adequação a normas e permissões necessárias
Definição clara dos limites de uso do sistema
Encerramento institucional
O ValgoLab nasce como uma proposta acadêmica-profissional para aproximar tecnologia, análise biomecânica e supervisão humana. Seu objetivo não é substituir profissionais, diagnosticar lesões ou liberar condutas automáticas, mas oferecer uma estrutura mais clara, organizada e responsável para apoiar decisões preventivas com base em indícios, dados e validação técnica.
A tecnologia pode organizar e apoiar.
O profissional precisa validar e decidir.
O atleta só deve receber orientações dentro de um processo seguro, responsável e supervisionado.
Protótipo institucional desenvolvido para apresentar o conceito, o fluxo e a lógica de apoio à decisão de um sistema futuro de análise biomecânica.